Curso de Aperfeiçoamento: Triagem Laboratorial e Controle de Qualidade em Sangue, Tecidos, Células e Órgãos.

Participantes do Curso de Aperfeiçoamento

A Divisão de Vigilância Sanitária de Marília participou através da técnica Dra. Marília Pachione Sampaio Pelli, chefe da Divisão de Vigilância Sanitária das Tecnologias Hospitalares do Curso de Aperfeiçoamento: Triagem Laboratorial e Controle de Qualidade em sangue, tecidos, células e órgãos realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, no período de 13 a 16 de setembro de 2016, na cidade de Brasília – DF.

ANVISA suspende ação cautelar sobre achocolatado

Lote da bebida não foi comprometido por ações da empresa Itambé e perícia aponta ação criminosa de envenenamento do produto.
A interdição cautelar do lote M4 do achocolatado Itambezinho, da marca Itambé foi suspensa pela ANVISA. A medida está publicada no Diário Oficial da União de 05/09/2016 e revoga a Resolução 2.333/2016, publicada no DOU do dia 29 de agosto. Ou seja, o produto está liberado para comercialização e consumo no país.
A interdição cautelar do lote foi motivada para averiguar se haveria relação entre o óbito de uma criança e o consumo do produto. Investigação da Polícia Judiciária Civil em conjunto com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Mato Grosso revelou adulteração do achocolatado que foi consumido pela criança por meio de injeção de inseticida em cinco unidades.
A ANVISA reitera que a empresa Itambé Alimentos S/A não foi responsável pelo ocorrido e que a hipótese de contaminação decorrente do processo de fabricação do produto está descartada. Assim, com a publicação da resolução, o lote do produto poderá ser comercializado normalmente.

É de responsabilidade da Agência Reguladora tomar medidas preventivas sempre que há casos de dúvida a respeito das condições sanitárias de alimentos, medicamentos, cosméticos e outros produtos. Assim, a interdição cautelar do lote mostrou-se necessária até o esclarecimento do caso.

Fonte: Portal da ANVISA

Rede de Alerta e Comunicação de Riscos de Alimentos (REALI)

Comunicação de Risco nº 15/2016 – Proibição de lotes de extrato e molho de tomate de 5 marcas

Informamos a publicação das Resoluções Específicas (RE) nº 1.995, 1.996 e 1.997/2016, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de 28 de julho de 2016, que proíbem a distribuição e comercialização, em todo território nacional, dos seguintes lotes de extrato e molho de tomate, por ocasião de análises fiscais realizadas pelo Laboratório de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN-SC), que detectaram matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente:
Nome do Produto
Marca
Lote
Validade no Rótulo
Fabricante
Laudo
Extrato de tomate
Amorita
L076 M2P
01/04/2017
Stella D’Oro Ltda
236.CP.0/2016
Extrato de tomate
Aro
002 M2P
05/2017
197.CP.0/2016
Extrato de tomate
Elefante
032502
18/08/2017
Cargill Agrícola SA
234.CP.0/2016
Extrato de tomate
Predilecta
213 23IE
03/2017
Predilecta Alimentos Ltda
195.CP.0/2016
Molho de tomate tradicional
Pomarola
030903
31/08/2017
Cargill Agrícola SA
233.CP.0/2016
 A RE também determina que as empresas promovam o recolhimento do estoque dos referidos lote existente no mercado na forma da Resolução ANVISA - RDC n° 24/2015.
Fonte:
Grupo Técnico da Rede de Alerta e Comunicação de Riscos de Alimentos – REALI
Gerência de Inspeção e Fiscalização Sanitária de Alimentos
GIALI/GGFIS/ANVISA

CURSO DE QUALIFICAÇÃO E VALIDAÇÃO APLICADA A ESTABELECIMENTOS DE SANGUE, TECIDOS E CÉLULAS.

Participantes do curso com o palestrante da ANVISA.
A Divisão de Vigilância Sanitária de Marília, participou através da técnica Drª Marília Pachione Sampaio Pelli, chefe da Divisão de Vigilância Sanitária das Tecnologias Hospitalares do Curso de Qualificação e Validação aplicada a estabelecimentos de sangue, tecidos e células realizado pelo Centro de Vigilância Sanitária - CVS-SP – em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA/MS – no período de 04 a 06 de Julho de 2016 na cidade de São Paulo – SP.

GRIPE H1N1 - MEDIDAS DE PREVENÇÃO

Como posso me prevenir da doença? 
A recomendação do Ministério da Saúde é para se evitar locais com aglomeração de pessoas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. Por isso, o uso de máscaras pela população não é recomendado pelo Ministério da Saúde. Entretanto, quem está doente deve fazer uso de máscara, quando estiver em contato com outras pessoas, para não transmitir o vírus.

Deve-se evitar:

  • Aglomerações;
  • Não divida objetos de uso pessoal, como toalhas de banho, talheres e copos; evite tocar superfícies do tipo maçanetas, interruptores de luz, chave, caneta, torneira, entre outros;
  • O uso de bebedouros públicos.
  • A pessoa gripada deve ficar em casa, evitando locais públicos.
  • Não adianta tomar antivirais antes dos sintomas.
  • Evite passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca; tente não entrar em contato com gente doente ou mantenha distância de 1m.

 Medidas de prevenção:
  • As medidas preventivas de caráter geral são: fazer frequente higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel a 70%;
  • O uso de vitamina C ajuda a prevenir contra a influenza A (H1N1);
  • A cada ano a vacina é modificada, os componentes são diferentes, e ela só serve para aquele tipo específico de vírus influenza.