Rede de Alerta e Comunicação de Riscos de Alimentos (REALI)

Comunicação de Risco nº 15/2016 – Proibição de lotes de extrato e molho de tomate de 5 marcas

Informamos a publicação das Resoluções Específicas (RE) nº 1.995, 1.996 e 1.997/2016, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de 28 de julho de 2016, que proíbem a distribuição e comercialização, em todo território nacional, dos seguintes lotes de extrato e molho de tomate, por ocasião de análises fiscais realizadas pelo Laboratório de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN-SC), que detectaram matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente:
Nome do Produto
Marca
Lote
Validade no Rótulo
Fabricante
Laudo
Extrato de tomate
Amorita
L076 M2P
01/04/2017
Stella D’Oro Ltda
236.CP.0/2016
Extrato de tomate
Aro
002 M2P
05/2017
197.CP.0/2016
Extrato de tomate
Elefante
032502
18/08/2017
Cargill Agrícola SA
234.CP.0/2016
Extrato de tomate
Predilecta
213 23IE
03/2017
Predilecta Alimentos Ltda
195.CP.0/2016
Molho de tomate tradicional
Pomarola
030903
31/08/2017
Cargill Agrícola SA
233.CP.0/2016
 A RE também determina que as empresas promovam o recolhimento do estoque dos referidos lote existente no mercado na forma da Resolução ANVISA - RDC n° 24/2015.
Fonte:
Grupo Técnico da Rede de Alerta e Comunicação de Riscos de Alimentos – REALI
Gerência de Inspeção e Fiscalização Sanitária de Alimentos
GIALI/GGFIS/ANVISA

CURSO DE QUALIFICAÇÃO E VALIDAÇÃO APLICADA A ESTABELECIMENTOS DE SANGUE, TECIDOS E CÉLULAS.

Participantes do curso com o palestrante da ANVISA.
A Divisão de Vigilância Sanitária de Marília, participou através da técnica Drª Marília Pachione Sampaio Pelli, chefe da Divisão de Vigilância Sanitária das Tecnologias Hospitalares do Curso de Qualificação e Validação aplicada a estabelecimentos de sangue, tecidos e células realizado pelo Centro de Vigilância Sanitária - CVS-SP – em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA/MS – no período de 04 a 06 de Julho de 2016 na cidade de São Paulo – SP.

GRIPE H1N1 - MEDIDAS DE PREVENÇÃO

Como posso me prevenir da doença? 
A recomendação do Ministério da Saúde é para se evitar locais com aglomeração de pessoas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. Por isso, o uso de máscaras pela população não é recomendado pelo Ministério da Saúde. Entretanto, quem está doente deve fazer uso de máscara, quando estiver em contato com outras pessoas, para não transmitir o vírus.

Deve-se evitar:

  • Aglomerações;
  • Não divida objetos de uso pessoal, como toalhas de banho, talheres e copos; evite tocar superfícies do tipo maçanetas, interruptores de luz, chave, caneta, torneira, entre outros;
  • O uso de bebedouros públicos.
  • A pessoa gripada deve ficar em casa, evitando locais públicos.
  • Não adianta tomar antivirais antes dos sintomas.
  • Evite passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca; tente não entrar em contato com gente doente ou mantenha distância de 1m.

 Medidas de prevenção:
  • As medidas preventivas de caráter geral são: fazer frequente higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel a 70%;
  • O uso de vitamina C ajuda a prevenir contra a influenza A (H1N1);
  • A cada ano a vacina é modificada, os componentes são diferentes, e ela só serve para aquele tipo específico de vírus influenza.

ANVISA suspende lote de Álcool líquido de uso hospitalar

A Anvisa determinou a suspensão do lote 01/06/5 do produto Álcool Etílico Hidratado da Ilha 46,2° INPM, 500ml, da empresa Da Ilha Comércio de Álccol Ltda, fabricado em 30 de junho de 2015 e com validade até 30 de junho de 2018.
O saneante de uso hospitalar foi suspenso porque obteve resultados insatisfatórios nos ensaios de grau alcoólico e de rotulagem, conforme consta no Laudo de Análise Fiscal emitido pelo Laboratório Central do Paraná (Lacen-PA).
A medida está na Resolução nº 1541/2016 publicada nesta sexta-feira (10/6) no Diário Oficial da União (DOU).

Blitz educativa da Lei Antifumo no Dia Mundial sem Tabaco


Fiscais visitaram bares e restaurantes para orientar sobre a lei antifumo e verificar o cumprimento da legislação, mais de 1,5 milhões de inspeções já foram realizadas desde a publicação da lei em 2009.

A Lei Antifumo proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco em locais total ou parcialmente fechados. O valor da multa por descumprimento à lei é de R$ 1.177,50, e dobra em caso de reincidência. Na terceira vez, o estabelecimento é interditado por 48 horas, e na quarta o fechamento é por 30 dias.
"A lei tem um importante caráter de prevenção e promoção da saúde, garantindo ambientes livres de tabaco e combatendo, principalmente, o tabagismo passivo, que é a terceira causa de morte evitável no mundo. A população paulista entendeu e apoiou, e o resultado se reflete no alto índice de cumprimento pelos estabelecimentos comerciais em todo o Estado”, segundo a diretora do Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo, Maria Cristina Megid.

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